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trajédia (porque tragédia pouca é bobajem)


...

acho que sou
meio indeciso,
às vezes.


(andre luis gabriel)



Escrito por a. gabriel às 22h33
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TWITTER


Acabo de aderir ao twitter.

Vamos ver no que vai dar.

Quem quiser seguir

http://twitter.com/blogtrajedia



Escrito por a. gabriel às 21h07
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JUÍZO

(André Luís Gabriel)

faço coisas que até eu duvido
mas não atiro a primeira pedra
afinal tenho telhado de vidro



Escrito por a. gabriel às 23h14
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Caramba, quase um mês sem atualizar o blog. Nunca me imaginei vivendo de poesia, mas viver sem poesia nenhuma também não estava nos planos. Estou reduzido a trabalho e afazeres de rotina. Sinceramente, estou bem assim.


ROTINEIRO by André Luís Gabriel

planos não faço mais
aliás, não faço nada
para mim tanto faz



Escrito por a. gabriel às 23h42
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VÁCUO


(André Luis Gabriel)

me viro do avesso
e nada
nenhum verso




Escrito por a. gabriel às 11h04
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CONDENADO

(André Luís Gabriel)


Solitário e já em fim de carreira, Dr. Tavares, o velho delegado, deixara sem solucão seu principal caso: um beijo roubado que não aconteceu.



Escrito por a. gabriel às 08h53
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PERSPECTIVA # 2

(André Luís Gabriel)


Mesmo tendo passado por tudo aquilo, não havia mudado em nada.



Escrito por a. gabriel às 13h01
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PERSPECTIVA

(André Luís Gabriel)


À beira do precipício, tudo o encaminhava para o nada à sua frente.



Escrito por a. gabriel às 13h51
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ÚLTIMA SESSÃO


(André Luís Gabriel)

No leito de morte o velho diretor de cinema viu, diante dos olhos, o filme de sua vida.



Escrito por a. gabriel às 21h27
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O BOÊMIO VOLTOU!


Voltei. São quase três meses sem dar as caras por aqui. Não haverá grandes mudanças, continuarei o de sempre.


I.
Mudo
nada mudo.

II.
nas férias
até entendi a língua dos passarinhos
de volta ao trabalho
o apito da fábrica não me compreende.



Escrito por a. gabriel às 20h41
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PAUSA

Serei breve. Volto em julho. O blog descansará. Tempo para ler, escrever, ler ainda mais e, sobretudo, visitar os amigos em seus cantos, comentar e deixar minhas pegadas. Certo é que voltarei. Grande abraço a todos.

e vamos à luta
filhos da pátria



Escrito por a. gabriel às 14h11
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PASSATEMPO


(André Luís Gabriel)

no banco da praça
acerto contas com o tempo
e fico sempre devendo



Escrito por a. gabriel às 10h10
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NADA SABER 

(André Luís Gabriel)

Pessoas batem asas
outras criam raízes
nos céus
nos quintais de casa
cultivam metáforas,
eternos aprendizes.



Escrito por a. gabriel às 21h31
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ORDINÁRIO

(andré luís gabriel)

Ela apaixonou-se à primeira vista e ele com segundas intenções.



Escrito por a. gabriel às 09h55
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POETRIX by andré luís gabriel


I. AMARELO

na manhã chuvosa
a criança no quarto de casa
desenha um sol no caderno


II. YELLOW

ao amanhecer
deitado em meio aos girassóis
comprovou: o sol nasce para todos



Escrito por a. gabriel às 14h19
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